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Educar para Valorizar a Vida  [16x 23cm]

Author: Sandra Odebrecht , Heber Odebrecht Vargas,Márcia de Castro,Regina Célia Machado e Renato Moryia

O livro relata as experiências dos autores sobre motivar para promoção de saúde visando auxiliar profissionais da educação e da saúde, na prevenção ao abuso de substâncias psicoativas, gravidez precoce, maus-tratos na infância, doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a AIDS e outras condutas de risco. Esta obra se divide em 19 capítulos relacionados a avaliações de condutas de risco, estratégias educacionais, e promoção da saúde e da qualidade de vida. Veja a seguir do que eles tratam.
1-MOTIVAR PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E DA QUALIDADE DE VIDA
Motivar para promoção da saúde é refletir sobre as tomadas de decisões, por meio de uma educação em saúde, que auxilia as pessoas a optarem em prol de um estilo de vida saudável. As escolhas que fazemos dependem de vários fatores, principalmente, dos estágios motivacionais de mudança de comportamento que são: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção. A qualidade de vida engloba seis domínios: físico, psicológico, nível de independência, relações sociais, ambiente, aspectos espirituais, religião e crenças pessoais..
2- AS EMOÇÕES E O ADOECER
As evidências das interações entre o corpo e a mente, a influência das emoções negativas no sistema neuroendócrino e imunológico, e vice-versa, estão presentes em estudos realizados em animais e em humanos. As ligações entre o estresse, transtorno depressivo, ansiedade e o aumento do risco de certos tipos de doença, principalmente às doenças relacionadas com a imunidade e a inflamação.
3- FATORES DE RISCO PARA O USO DE DROGAS NA ADOLESCÊNCIA
A adolescência é uma fase de oportunidades e riscos. Avaliam-se os fatores de risco mais freqüentes para o adolescente começar a usar drogas, relacionados ao ambiente familiar e ao convívio social. Analisam-se também os fatores protetores ao uso de drogas que possam promover o crescimento saudável, evitando riscos de dependência e problemas sociais ao adolescente.
4- EDUCAR PARA PREVENIR SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS: USO, ABUSO E DEPENDÊNCIA
As Substâncias psicoativas são aquelas com potencial de abuso e dependência e são agrupadas em oito classes: 1) álcool; 2) nicotina; 3) cocaína; 4) anfetamina e êxtase; 5) inalantes; 6) opióides; 7) ansiolíticos benzodiazepínicos; 8) maconha. Avaliam-se o conceito de uso, abuso, dependência de substâncias psicoativas, baseado em sinais e sintomas necessários para critérios diagnósticos.
5- ÁLCOOL: USO, ABUSO, DEPENDÊNCIA E PROBLEMAS DECORRENTES
Os problemas relacionados com o uso do álcool são Repercussões orgânicas. sócio-familiar e laborais. Instrumentos de identificação de problemas relacionados ao uso de consumo perigoso e nocivo de álcool e, assim como dependência no último ano, Analisa-se o álcool como um depressor do sistema nervoso central (SNC) pela ampliação da neurotransmissão inibitória nos receptores ácido gama-amino-butírico (GABA) e a redução da neurotransmissão excitatória do glutamato.
6- OUTRA SUBSTÂNCIAS COM POTENCIAL DE ABUSO, DEPENDÊNCIA E COMPORTAMENTOS MOTIVADOS PARA RECOMPENSA
O abuso e a dependência de substâncias psicoativas têm o seu reforço e recompensa no cérebro, na via dopaminérgica mesolímbica. As substâncias com potencial de abuso representam o prazer imediato e a percepção de ilusão de outra realidade, mas compram um sonho e acordam com um pesadelo. As pessoas que buscam condutas de risco usam esses escapes como bengalas para não enfrentarem seus sentimentos de perda, insegurança, rejeição e decepção.
7- GRAVIDEZ PRECOCE: A BUSCA DE UMA MATERNIDADE E PATERNIDADE RESPONSÁVEIS
Considera-se fator de risco para a saúde a gravidez indesejada, que aumenta a mortalidade e morbidade materna e o sexo não seguro que aumenta o risco pra HIV/AIDS, câncer de colo de útero e doenças sexualmente transmissíveis, bem como aumento de aborto e maiores taxas de doenças maternas.
As abordagens motivacionais eficazes contribuem para orientar a prevenção de problemas de gravidez indesejada.
8 PROBLEMAS E ADOECIMENTO RELACIONADOS AOS MAUS-TRATOS NA INFÂNCIA
Maus-tratos na infância constituem toda forma de abuso físico, emocional, sexual e negligência e trazem a longo prazo danos para a saúde que incluem: doença isquêmica cardíaca, câncer, síndrome do colón irritável, doença pulmonar crônica, fibromialgia, transtorno de humor, transtorno alimentar, ansiedade, abuso de álcool e drogas, estresse pós-traumático, abuso de álcool e droga, infertilidade, delinqüência, conduta suicida, déficit de aprendizagem, transtornos psicossomáticos, transtorno do sono, hiperatividade, e autodestruição.
9- ESTRATÉGIAS DE REDUÇÃO DE RISCO DE INFECÇÃO POR DST/ AIDS
A redução de risco de DST/AIDS visa promover a mudança nos comportamentos sexuais de risco e ajudar as pessoas a pararem de compartilhar seringas e adotarem práticas sexuais mais seguras. Uma educação em saúde deve avaliar os estágios de mudança no compartilhamento de seringas, injeção e sexo desprotegido, estimular a motivação para mudança e alterarem os comportamentos de gratificação imediata.
10- PREVENÇÃO DE CONDUTAS DE RISCO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
A prevenção de condutas de risco na infância e adolescência, como: obesidade, transtornos alimentares, gravidez precoce, maus-tratos, uso abusivo de substâncias psicoativas, sexo desprotegido, baseia-se em reflexão sobre as tomadas de decisões, por meio da entrevista motivacional que objetiva “despertar” o indivíduo, dar a partida para a mudança e para a prevenção de riscos.
11- ESTRATÉGIAS MOTIVACIONAIS PARA RESGATAR OS VALORES, A PROMOÇÃO DA SAÚDE E A QUALIDADE DE VIDA
A educação para Promoção da Saúde objetiva motivar a reflexão sobre condutas de risco, com seus educandos, juntamente com o projeto político-pedagógico de sua instituição e os fundamentos das Leis de Diretrizes de Base nos temas transversais. Apresentam-se várias dinâmicas de grupo por ser um método educativo de participação coletiva, de discussão e reflexão, que possibilita coletivizar o conhecimento individual.
12- UMA EDUCAÇÃO PARA PENSAR E REFLETIR
O trabalho pedagógico para pensar e refletir em promoção da saúde deverá os seguintes passos:1º) Ponto de Partida;2º) Reflexão;3º) Confronto;4º) Atividades de Assimilação, Atitudes Críticas e Aplicação ;5º) Avaliação. Apresenta-se uma metodologia ativa , interdisciplinares desde o ensino fundamental, médio , cursos de graduação de Medicina e Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina .
13- Uma Família Na Promoção Da Saúde Mental
Os vínculos emocionais e psicológicos que os pais desenvolvem com seus bebês e a detecção precoce de abuso e negligência na infância contribuem para o desenvolvimento saudável da criança e na promoção da saúde. Os vínculos maternos adequados manifestam em maiores probabilidades de doenças crônicas na vida adulta.
14- MOTIVAR PARA UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL
A promoção da saúde deve estimular a motivação para mudar os problemas relacionados ao estilo de vida como: uso do tabaco, uso do álcool, uso de drogas, falta de exercício físico, dieta e hábitos alimentares inapropriados, comportamento sexual de alto risco e jogos e apostas. A educação em saúde leva em consideração o estágio de motivação para mudança e realizar abordagens motivacionais para o sujeito refletir sobre sua própria história e para que tome decisões avaliando as vantagens e desvantagens.
15- MOTIVAR PARA ADESÃO AO TRATAMENTO
Analisam-se OS Vários fatores contribuem para a não-adesão ao tratamento, bem como as habilidades e as estratégias mais utilizadas para melhorar a adesão ao tratamento. A ênfase na psicoeducação por ser uma ferramenta importante para os profissionais da saúde e educadores em saúde na adesão ao tratamento e na redução dos prejuízos e custos sociais, melhorando a qualidade de vida.
16- O SONO E A QUALIDADE DE VIDA
O sono é uma das facetas do instrumento de qualidade de vida e fundamental para o bem-estar Analisam-se as conseqüências de não dormir, questionários, instrumentos para avaliações de transtornos do sono, os vários fatores contribuem para o transtorno do sono, bem como medidas inespecíficas e específicas para ter um ter um sono reparador e sem interrupções.
17- DESENVOLVIMENTO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL
Na promoção de saúde as relações interpessoais são ferramentas necessárias para o fortalecimento do indivíduo envolvendo sua resiliência emocional, por meio de intervenções designadas a promover auto-estima, habilidades de enfrentamento, como comunicação, negociação e habilidades de vínculo e relações interpessoais.
18- INTERVENÇÕES EM CONDUTAS DE RISCO
Na promoção da saúde as intervenções para mudar o estilo de vida como: perder peso, restrição dietética, cessar: cigarros, álcool e drogas, exercitar-se, praticar sexo seguro, evitar condutas autodestrutivas requer avaliação dos estágios motivacionais e promove um tratamento individualizado, tendo como meta a motivação para mudança.
19- Um Programa para a Promoção da Saúde e da Qualidade de Vida
Analisam-se as estratégias de intervenções motivacionais para mudança de comportamento, intervenções para identificação de situações de risco do Centro de Referência de Abordagem e Tratamento do Tabagismo (CRATT), localizado no Ambulatório do Hospital de Clínicas (AHC) da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

ISBN: 85-7773-262-3

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Sandra Odebrecht , Heber Odebrecht Vargas,Márcia de Castro,Regina Célia Machado e Renato Moryia
Na foto os autores aparecem : => à esquerda o Dr Renato Moryia, ao lado Dra, Sandra Odebrecht Vargas Nunes, ao centro Márcia Pizzo de Castro, ao lado Dr. Heber Odebrecht Vargas e à direita Regina Célia Rezende. __________________________________________________________________ O livro trata de um trabalho de equipe multidisciplinar e interdisciplinar composta por médicos das especialidades de pediatria, psiquiatria, neurologia, ginecologia, cardiologia, médico da família, enfermeiros, nutricionistas, pedagogos, psicólogos, biomédicos,teólogo para treinar e capacitar o profissional da saúde e da educação em motivar a promoção da saúde . Os autores na grande maioria desenvolvem ações na Universidade Estadual de Londrina (UEL) - Paraná. Tal obra foi organizada por: Sandra Odebrecht Vargas Nunes, Médica-psiquiatra, Professora da UEL, do Departamento de Clínica Médica, Mestrado e Doutorado em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL, Heber Odebrecht Vargas, Médico-psiquiatra, Professor da UEL, do Departamento de Clínica Médica, Mestrado em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL; Márcia Pizzo de Castro, enfermeira da UEL,Mestrado em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL; Regina Célia Bueno Rezende Machado, Enfermeira, Professora da UEL, do Departamento de Enfermagem;Mestrado em Enfermagem; Renato Mikio Moriya, Médico-pediatra Professor da UEL, do Departamento de Clínica Médica, Mestrado em Medicina e Ciências da Saúde pela UEL.
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