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O Código da Montanha
Por: R$ 46,87
ISBN: 978-859-963-710-4
Formato: 14x21
N° de páginas: 72


Descrição

"A vontade de ir a montanha motiva esta união. Diferente de outros esportes o montanhismo em sua maioria não tem vencedores ou vencidos, não se escala para conseguir lugar entre os dez melhores ou por premio em dinheiro, subir a montanha é vencer a si mesmo, ou simplesmente se divertir. 

A montanha mudou a vida de muitos que por ela se apaixonaram, assim como eu, amigos e desconhecidos em sues depoimentos afirma terem se tornadas pessoas melhores depois que conheceram o esporte. Alguns começaram a se lançaram pelo mundo atrás de novos desafios, outros escreveram sobre o assunto, ou uniram os dois. Escritores como Jon Krakauer (No Ar Rarefeito: um Relato da Tragédia no Everest em 1996 e Sobre Homens e Montanhas) Marcus Vinicius Gasques (Montanha em Fúria) e Bill Bryson (Uma Caminhada na Floresta) uniram a montanha a o talento literário, iguais a eles outros inúmeros jornalistas e escritores se misturam ao montanhismo. Esta mesma paixão me fez voltar os olhos para a floresta da Tijuca e para uma montanha em particular, a Pedra da Gávea. " 

Ética, preservação, esporte consciente, esse é o futuro do montanhismo se ainda existir montanha para praticá-los. 

Frear a humanidade em seu caminho descontrolado pelo avanço tecnológico sem antes pensar nas conseqüências climáticas pode parecer impossível, mas a educação ambiental e insistência em tentar mostrar ao mundo que podemos evoluir sem destruir talvez seja a solução. 

Radicais grupos de ecologistas e veementes defensores do meio ambiente jogam-se em batalhas muitas das vezes perdidas contra a máquina humana chamada progresso. Greenpeace, Renctas, wwf e outras tentam por meios legais e ilegais mudar a forma de pensar dos menos informados e dos mais que informados. Não só a montanha sofre com a falta de bom senso de nossa existência no planeta, nós mesmos pagamos o preço de beber água não potável, respirar ar sem qualidade e pagar mais caro para comer alimentos produzidos sem agrotóxicos. 

Há futuro pela frente a ser reparado, o passado já esta manchado e o presente está cada vez mais ferido pelo progresso irresponsável. Para que possamos escalar ou caminhar pelas montanhas junto a nossos filhos e netos teremos de mudar agora o que está se iniciando de forma desequilibrada. O Código da montanha está pronto e o Crux da história a ser vencido só depende de nós.

 

 

Átila Barros
Átila Barros iniciou sua vida esportiva ainda menino, incentivado pelo pai. Criado no litoral do Rio de Janeiro, aprendeu a mergulhar cedo, junto a seu irmão Marco Antonio Barros (Atila e Marcos mergulham até hoje). Pouco mas tarde veio o primeiro contato com Judô, cursando até a faixa marrom, aos dezoito anos lecionou supervisionado por seu professor Marcelo Pimentel. Paralelo a este praticou Jiu-jitsu, Box Tailandês e Luta - livre. Em meados dos anos 90, deixou o Judô e se dedicou por completo ao Jiu-jitsu onde se tornou faixa preta da equipe Guedes de Jiu-jitsu, administrada pelo Mestre Luiz Carlos Guedes. Ainda faixa marrom lecionou junto a seu mestre na faculdade onde cursou a cadeira de informática, o Centro Universitário da Cidade. Por motivo de trabalho, se afastou das aulas na faculdade, participando somente dos treinos na academia de Vicente de Carvalho, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro. Em 1998 já ligado a RENCTAS, rede nacional de combate ao trafico de animais silvestre, e a outras atividades voltadas a preservação da natureza, uniu sua paixão pelo Meio Ambiente ao esporte de montanha. Em 1999 iniciou sua vida no esporte de montanha, incentivado pelos amigos Rodrigo Rodrigues "Cojack", seu aluno de Jiu-jitsu e companheiro de trabalho, e Rodrigo Tato grande amigo de tatame e faculdade, retomou o gosto pelas caminhadas na montanha, antes deixada para trás nos tempos que freqüentava o Clube dos Desbravadores da Igreja Adventista. Em poucos meses de trilhas, se juntou a Bruno Castelo Branco, Gilberto Martins e pouco mas tarde a Marcio Ferreira "Dingão", também novatos no esporte. Deste dia em diante, nunca mas pararam de escalar e caminhar pelas montanhas do Rio de Janeiro e do Brasil. Em 2003 se juntou a outros montanhistas da cidade de Niterói no Rio de Janeiro, fez grandes amigos como Fernando Barroso, Gustavo Munis, Alam Marra, Leandro Pestana, Alex Figueiredo e Marcos Soares, junto a eles fundou o Clube Niteroiense de Montanhismo, onde é guia de montanha até hoje. Em 2004, Atila Barros divulga seu primeiro trabalho impresso, “Badhezir, Um ilustre visitante”, sua paixão e pelos enigmas da pedra da Gávea lhe dão bons frutos. Estudante de história e apaixonado pelas lendas que se fundem as montanhas, inicia um trabalho incessante de pesquisa para divulgar e proteger o maior patrimônio da humanidade, a biodiversidade das montanhas. Utilizando o site www.montanha.bio.br criado em 2000, faz de suas horas vagas ferramenta para divulgação e conscientização do esporte e mínimo impacto nas áreas em preservação ambiental. Em 2005 por motivos de trabalho, transferido para Belo Horizonte, Minas Gerais, tomou gosto pelas montanhas de Minas, guiado por Aloysio Carvalho deixou sua marca em algumas das mas belas formações rochosas do estado. Em 2006, Atila Barros publica seu segundo trabalho impresso, “O código da Montanha”, solidificado todo material acumulado nestes anos de trabalho no site www.montanha.bio.br e artigos publicados em revistas e sites especializados.


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