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POEMAS PARA ELAS
Por: R$ 21,47
ISBN: 978-85-7773-124-4
Formato: 14x21
N° de páginas: 62


Descrição

As Benesses da Poesia 
Paulo tinha sete anos, talvez menos, e me perguntou o que é poesia.As crianças hoje em dia já nascem com olhos cheios de indagação.Amparo-me em Antonio Olinto para responder que “a poesia nos desperta o sentimento do Belo; é o caráter do que comove ou eleva a alma”. Keats recomendava.”Se a poesia não vem tão natural, é Melhor que não venha mesmo”. E lembro que as benesses da poesia são riquezas espirituais só pertecentes a A poetas autênticos como é o caso de Edson Mendonça... 
As enciclopédias lembram que “poesia é a maneira de falar e de sentir,existente sob todos os céus, na origem dos povos e nas épocas de extrema civilização”. A poesia projeta indivíduos e nações,é uma das manifestações do Espírito, tem caráter universal por ser tornar um sustentáculo da civilização. Ela se projeta por ser mensagem na evolução de uma sociedade. Feliz é o povo que se projeta com as mensagens de seus poetas. 
Mil anos antes de Cristo-nosso poeta maior-encontramos Salomão, filho de David, iluminando corações com Seus Cantares. Nos dois últimos milênios, tivemos milhares de poetas, alguns com o sopro da genialidade. Conta-nos o saudoso mestre e amigo Ary de Mesquita,sobre quem escrevi um estudo no Milagres da Memória, que a poesia é a manifestação artística de uma idéia impregnada de afetividade,é a mais intelectual das artes; a que mais apela para o intelecto e uma das que mais dependem da sensibilidade”. 
Acrescenta o autor da trinta Séculos de Poesia nos Clássicos Jackson:”De tudo isso não se deve depreender que a poesia é tanto mais poesia quanto mais é sensibilidade, senão que a sua carcterística fundamental é justamente o amálgama do elemento afetivo com o racional. Goete e Schiller, Byron e Shakespeare, encontram-se entre os dez ou doze poetas protótiposda humanidade, porque em suas obras se harmonizam os dois elementos de um modo admirável. Neles há pensamentos e sentimento, como há música e há linguagem verdadeiramente poética, que é a linguagem sui generis,que diz muito em pouco, e sugere mais do que diz”. 
Temos como exemplo a poetisa Safo, nascida em Mitilene, Grécia, no século VII antes de Cristo. A maioria de seus poemas foi destruída no incêndio da Biblioteca de Constantinopla, no pontificado de Gregório VII,mas sobraram alguns trabalhos como O Pudor, nesta versão do poeta português João de Deus:”A teus dotes qual mais encantador/tu ajuntas, amável criatura/um para mim de todos o maior/ e que até embeleza a formosura/o pudor”.
Por tudo isso respondo ao menino Paulo que a poesia está no livro deste ilustre carioca Edson Mendonça. Ele foi escrito com o carinho de um poeta, que deixa rastros iluminados por onde passa. 



Tobias Pinheiro é maranhense, titular da Academia Carioca de Letras e presidente Honorário da União Brasileira de Escritores/RJ.


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