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Ecos do subterrâneo Cotidiano e memória em uma comunidade de mineiros de carvão
Por: R$ 52,48
ISBN: 978-85-7773-597-6
Formato: 14x21
N° de páginas: 252


Descrição

Este livro é uma versão modificada de minha dissertação de mestrado, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 2004. Agradeço aos professores do Programa, que me iniciaram neste percurso tão belo quanto perturbador. Suas aulas, o contato com os autores e a convivência com os “nativos”, os mineiros de carvão e suas famílias, fizeram com que a antropologia deixasse de ser uma estranha para ser parte essencial de minha vida. Sou grata, em particular, à minha orientadora, professora Cornelia Eckert, que com brilho, paciência e afeto treinou meu olhar para ver, meus ouvidos para ouvir e meus sentidos para perceber a beleza e as agruras desse mundo construído em torno da mina. Essa convivência me enriqueceu profundamente e seu exemplo de pesquisadora continua a me inspirar. Outras importantes contribuições foram fornecidas pelas professoras Ana Luiza Carvalho da Rocha e Daniela Knauth (PPGAS, UFRGS) e Tânia Galli Fonseca (PPG Psicologia, UFRGS), que integraram a banca avaliadora da dissertação. Minha decisão sobre esse tema de pesquisa também se deve a conversas mantidas com as professoras Claudia Fonseca e Denise Jardim. Meu muito obrigado às secretárias do PPGAS Rosimeri Feijó e Andréia Aguirre, sempre tão competentes e gentis em nossa convivência. A meus colegas de turma, que ao exporem as descobertas propiciadas por suas pesquisas, muito me ensinaram. São eles: Ivan, Nívea, Aline, Mariana, Alexandre, Ana Paula, Jonatas e Daniel. E, mais particularmente, às amigas Paula Machado, com que partilhei incontáveis angústias e alegrias no caminho desse “tornar-se”, e Viviane Vedana, pela preciosa relação de troca e afeto. Guardo com carinho também as conversas mantidas com Soraya Fleischer, que ainda me propiciaram belos insights. Sou grata à convivência de Ioswaldyr, Flávio, Gian, Luiz Gustavo, Liliane e Rafael, que contribuíram para meu aprendizado de diversas formas. Um agradecimento a meus colegas da Unisinos, por seu apoio e pelas valiosas sugestões. Devo a Jairo Ferreira, Toni Vieira, Maria Luiza, Vitor Necchi, Roberto Tietzmann, Alberto Efendy e, em especial, à Ana Taís Portanova Barros, que, em conversas carregadas de sensibilidade, ajudou-me a elaborar essa difícil “passagem” de jornalista a antropóloga. Sou grata ainda ao incentivo que recebi da direção do Centro de Ciências da Comunicação da Unisinos, através dos então diretores Ione Bentz e Sérgio Endler. A todos os amigos que acompanharam esse percurso e me fizeram prosseguir trazendo poesia, coragem e aconchego. Entre eles, Djane Della Torre, Marcia Camarano, Denise Ramiro, Moisés Mendes, Rose Machado, Jorge Hornos, Silvana Wuttke, Synara Rillo, Heron Vidal, Antônio Brasil e Luiz Carlos Bittencourt. À minha família, pelo apoio e compreensão em meus “sumiços”. Em especial, à minha mãe, Leila, às minhas irmãs, Nega e Táta, ao meu irmão Tone e aos meus sobrinhos. Um agradecimento a meus ex-alunos que propiciaram preciosas trocas, muitos deles já “velhos” amigos, como Liara Castro, Fabrício Ruiz, Sonia Montaño, Milena Dugacsek e Ana Paula Bittencourt Faria. A Manuela Colla, que me acompanhou em campo na primeira visita, partilhando seu olhar de intensa sensibilidade. Ao arquiteto Eduardo Braga, que me ajudou a reproduzir a planta da cidade de Minas do Leão. Por fim, minha gratidão aos mineiros, às suas mulheres, e aos demais informantes de Minas do Leão e Butiá que converteram este trabalho numa das mais belas experiências de minha vida.


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